Nos últimos tempos tenho experimentado a distribuição Kali Linux e tentado satisfazer a minha curiosidade sobre o ataque a redes Wifi ao estilo do que se vê nos filmes. Um dos métodos que experimentei com sucesso (na minha própria rede, não estejam já a pensar coisas! xD ) foi a obtenção do handshake e respectivo ataque “brute force” usando o airckrack alimentado por uma pipe com o crunch a gerar o dicionário.

O que acontece é que este é um método lento, muito lento (sim, eu sei que correr isto dentro de uma maquina virtual e só com recurso ao CPU é lento) e mesmo no caso hipotético do uso de um GPU poderoso, determinadas chaves WPA2 demorariam anos, muitos anos a ser descobertas.

Um bom hacker não pode render-se apenas aos ataques de “Brute force” e tem de obter informações fruto de observações, hábitos, gostos, etc… de modo a poder restringir o leque de possibilidades. Assim como a informação só tem valor durante o seu tempo de “validade”, perdendo todo o interesse depois disso, mas aquilo que eu venho “perguntar” é “Até onde é racional um Ataque do tipo “Brute Force”?

Deixem as vossas opiniões, sobre este assunto… =)

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Fanboy’s: AMD vs Intel

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Tal como no desporto, nas marcas de carros, roupas e música existem aqueles que são os preferidos por algum tipo de motivo, e no que toca ao Hardware não é diferente.

Recentemente decidi efectuar um upgrade ao meu sistema Desktop e estas dúvidas começaram a assaltar-me! Qual a base em que devia investir? Intel? ou AMD?

Confesso que desde os meus primeiros passos no mundo das novas tecnologias e da Informática sempre tive preferência quer pela Nvidia, quer pela AMD.

Actualmente a AMD perdeu claramente a corrida na performance por core, onde a Intel é mais poderosa, chegando mesmo a 45% de vantagem por clock, mas a AMD consegue mostrar algum fôlego com o aumento do número de núcleos, assim como os preços mais reduzidos.

Eu queria montar um sistema poderoso, capaz de aguentar com algumas das mais exigentes tarefas de processamento, assim com ter fluidez em todo o tipo de aplicações mas que mantivesse os custos relativamente baixos, e foi então que percebi que a plataforma AMD era o caminho, mesmo tendo eu já preferência por sistemas desta natureza.

A escolha recaiu sobre o seguinte Hardware:

– Asus M5A99X EVO R2.0
– AMD FX 8320 3.5GHZ eight core – 8mb cache L3 – AM3+
– Corsair Memória DDR3, 1600MHz 16GB 2X8GB KIT

Apesar de saber de antemão que não é um sistema tão poderoso em grande parte das situações como um sistema Intel i7 o seu preço mais baixo tem um grande peso na escolha, uma vez que consegui um sistema 20% mais barato que as opções Intel mais em conta e semelhantes.

A AMD pode ter perdido a corrida do desempenho puro e duro, da economia energética, mas ainda tem alguns produtos muito interessantes resultado de preços mais baixos, o que permite montar sistemas bastante poderosos, com uma boa capacidade de Overclock a preços aceitáveis.

A escolha do AMD FX 8320 foi com base nos “8 cores”, assim como por ser o processador mais barato de na base da gama, mas que por possuir o multiplicador desbloqueado consegue excelentes resultados nos que a Overclock diz respeito.

Confesso que não explorei muito as capacidades de Overclock do AMD FX 8320 mas estou a trabalhar neste momento com o multiplicador a 21x o que perfaz 4200Mhz com toda a estabilidade e vCore default. Ou seja facilmente consegui um aumento significativo no desempenho gratuitamente.

Corri um benchmark genérico para avaliar minimamente o aumento do desempenho obtido como Overclock, assim como ter uma comparação com resultados obtidos por processadores Intel, e confesso que não fiquei muito desiludido, como mostro na imagem seguinte:

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Deixando de lado as grandes guerras entre Fanboy’s AMD vs Intel, o que acham vocês desta questão? Será que todos estão de acordo que a AMD ainda consegue ser competitiva em algumas situações e orçamentos?

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O FreeBSD decidiu não permitir que os geradores de números aleatórios oferecidos internamente, RDRAND e Padlock nos CPU’s Intel e Via, respectivamente sejam usados directamente (via/dev/random) para fornecer números aleatórios para as aplicações.

Nestas aplicações é incluinda a criptografia, onde os geradores de números aleatórios continuaram a ser usados quando disponíveis, mas onde o seu acesso via chamadas ao sistema não irá retornar directamente um número aleatório, mas sim irá processar esse mesmo número utilizando um algoritmo de modo a reduzir a possibilidade de ser interceptado.

Apesar de se falar em falta de confiança nos sistemas integrados do CPU, é preciso lembrar que o controlo exercido pelo sistema operativo tem limites práticos.

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Os cientistas da Universidade de Indiana, EUA tem trabalhado numa nova linguagem de programação, que promete revolucionar a computação ao transformar GPU’s em supercomputadores.

Já é do conhecimento dos mais atentos que os GPU’s não servem só para processar gráficos, sendo também muito competentes e poderosos em vários processos de computação.

A grande diferença entre os CPU’s e os GPU’s é que os CPU’s apenas processam 1 thread por cada núcleo num determinado instante, enquanto os GPU’s são capazes de processar multiplas threads.

A sintaxe da linguagem de programação Harlan foi toda moldada em Scheme. A linguagem de Programação Harlan tem como principal objectivo expandir os limites do que é possível actualmente com GPU’s no campo computacional.

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Processador com 110 Núcleos Criado pelo MIT

O MIT Massachusetts Institute of Technology desenvolveu um processador com 110 núclos de processamento. Este processador foi criado com o objectivo de encontrar uma forma mais eficiente em termos energéticos para aumentar o desempenho dos dispositivos móveis e servidores.

Baptizado com o nome de “Execution Migration Machine” teve como base do seu desenvolvimento formas de reduzir o tráfego dentro dos circuitos integrados permitindo uma computação mais rápida e eficiente em termos energéticos disse Miezko Lis.

O processador apresentado assenta numa base de processador generalista e não num processador gráfico estando ainda em fase experimental.

Os cientistas conseguiram uma redução de até 14 vezes do tráfego nos circuitos integrados o que reduziu significativamente a dissipação de energia, tendo um desempenho de 25% superior comparativamente com um processador generalista.

O processador em questão tem uma arquitectura em malha com 110 núcleos interligados, tendo sido projectado de modo a lidar com grandes conjuntos de dados e tornar a migração de dados mais fácil. Foi desenvolvido código especialmente para trabalhar com o processador.

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